Fundamentos em Cirurgia Refrativa
Os pilares que a residência não deu
Dra. Miriam Ferreira
Você aprende a decidir antes de aprender a operar: lê a tomografia sozinho, sustenta a indicação diante do paciente e conduz o caso com quem tem 12 anos de sala cirúrgica do seu lado.
Você estudou, passou na residência e se formou oftalmologista. Faz o exame direito, conversa bem com o paciente e tem cuidado com o que assina.
Aí entra no consultório um paciente de 24 anos que odeia usar óculos e quer operar. É o paciente mais valioso do seu dia. E você escreve o nome de um colega num papel e entrega o seu paciente para outra pessoa.
Quando o pré-operatório chega, você fotografa a tomografia e manda no WhatsApp de alguém mais experiente — com o paciente sentado na sua frente, esperando.
Sabe por que isso acontece? Porque praticamente nenhuma residência de oftalmologia no Brasil ensina cirurgia refrativa. Quase nunca está no currículo. A lacuna não é sua — mas resolver ela, sim.
A saída é aprender a decidir antes de aprender a operar
Os pilares teóricos, o perfil do paciente elegível e a interpretação da tomografia de córnea — a base que a residência não deu.
Casos claros, limítrofes e contraindicados, com o raciocínio por trás de cada decisão exposto. É aqui que a insegurança de decidir some.
As cinco técnicas gravadas e comentadas do início ao fim, para você reconhecer cada etapa antes de vivê-la na sala.
Sem depender do WhatsApp de um colega para decidir. Você aprende com quem opera cirurgia refrativa há mais de 12 anos.
Não é sobre comprar equipamento. É sobre ter, diante do paciente, a clareza de decisão que hoje você terceiriza.
Casos que passaram pela minha sala — e o que chega depois deles. Cada paciente encontrou um cirurgião refrativo por indicação de alguém, e é essa indicação que hoje sai do seu consultório.

“O laser executa. Mas a decisão, o planejamento e a indicação correta vêm antes dele.”

“Antes do laser era tudo borrado.”

“A melhor escolha que fiz.”

“Por trás de cada laser existe uma história, uma expectativa e alguém confiando algo tão precioso quanto a própria visão.”

“Olha o carinho que recebo de vocês diariamente aqui.”
Hoje essa consulta acontece na sala de outra pessoa. O que muda quando ela acontece na sua.
Três módulos que se encaixam na ordem certa: primeiro a decisão, depois a técnica.
Pilares teóricos da cirurgia refrativa, perfil do paciente elegível, limites de indicação e leitura de tomografia de córnea.
Casos claros, limítrofes e contraindicados, com o raciocínio de cada decisão aberto — inclusive os que eu contraindiquei e por quê.
PRK, PTK, LASIK com microcerátomo, LASIK com Moria e implante de anel intraestromal com laser de femtosegundo.
Faz a conta ao contrário. Quantos pacientes você encaminhou nos últimos doze meses porque queriam parar de usar óculos? Cada um deles era seu. Você não está decidindo se gasta um valor — está decidindo por quantos anos mais vai continuar entregando esses pacientes. E se hoje realmente não for o momento, tudo bem: eu prefiro que você entre quando for a hora certa.
Eu sei que não tem. Você atende no volume que atende justamente porque ainda não fez essa mudança. As aulas são gravadas e ficam com você para sempre, então você estuda no seu ritmo. Não tem turma, não tem horário e não tem prazo para terminar — você abre quando dá.
Funciona se você for oftalmologista e estiver disposto a estudar seleção de paciente antes de encostar no equipamento. Não funciona se você quiser apenas aprender a operar a máquina. O que eu ensino não é protocolo fixo, é raciocínio — e raciocínio se aplica ao seu consultório, aos seus pacientes e ao equipamento a que você tem acesso.
O julgamento clínico vem primeiro, e é ele que te torna capaz de selecionar, indicar e conduzir o paciente. Boa parte dos oftalmologistas começa exatamente assim: dominando a decisão e operando em estrutura de terceiros, até construir a própria rotina cirúrgica.
Todo o conteúdo gravado, na ordem certa, com acesso vitalício. Você estuda no seu ritmo e volta às aulas sempre que precisar.
O programa gravado completo sai por
Acesso liberado logo após a confirmação da compra.
Condição especial até 22 de outubro
Entre, assista às aulas, abra a biblioteca de casos e veja se o meu jeito de raciocinar faz sentido para você.
Se em 7 dias você concluir que não é para o seu momento, devolvo o valor integral. Sem formulário, sem precisar explicar nada e sem burocracia.
O risco de entrar é zero. O risco real é passar mais um ano encaminhando os pacientes que procuraram você.
Garantia de 7 dias contados a partir da liberação do acesso, conforme o Código de Defesa do Consumidor.

Eu não aprendi cirurgia refrativa na residência. Quase ninguém aprende — essa especialidade praticamente não está no currículo das residências de oftalmologia do Brasil.
Meu primeiro paciente foi um menino que a minha mãe, também oftalmologista, cuidou desde criança. Ele chegou ao meu consultório aos 23 anos determinado a operar, e queria que fosse nas minhas mãos, porque confiava no nosso trabalho. Fui lá e operei aquele garoto. Ele está bem e feliz até hoje.
Depois disso, fui subindo os degraus da dificuldade: indicando, pedindo ajuda e fazendo. Nessa ordem. Fui atrás de quem já operava e fiquei ao lado deles pelo tempo que fosse preciso. Foram 12 anos até eu ter, diante de um paciente, a clareza de decisão que eu queria ter.
A Experts Laser é o resultado disso. É o caminho que eu percorri no escuro, organizado para que você percorra com alguém do lado — e em muito menos tempo.
“Eu não apenas opero o paciente que me busca. Eu assumo a responsabilidade total por ele — e acompanho pela vida inteira.”
O acesso é liberado logo após a confirmação da compra, em área de membros. As aulas são gravadas e ficam disponíveis de forma vitalícia — você pode voltar a elas quando quiser, inclusive anos depois, na véspera de um caso difícil.
O preço não é o problema. O problema é o que continua acontecendo enquanto você adia:
Daqui a 12 meses, a sua agenda vai ser exatamente a mesma — a menos que alguma coisa mude agora.
Condição especial até 22 de outubro